livro a biologia da crença

Citações do livro A Biologia da Crença  – Bruce H. Lipton

Fiquei extasiado com a ideia de poder alterar meu destino modificando minhas crenças. (Citações do livro A Biologia da Crença  – Bruce H. Lipton)

O simples fato de perceber que este novo ramo da ciência poderia me fazer passar de mera “vítima” a “co-criador” trouxe-me grande alívio.

Tudo começou quando eu estava pesquisando os mecanismos que controlam a fisiologia e o comportamento das células. De repente, percebi que a vida de uma célula é controlada pelo ambiente físico e energético em que ela se encontra e não pelos genes. (Citações do livro A Biologia da Crença  – Bruce H. Lipton)

Os genes são meros modelos moleculares utilizados na construção das células, dos tecidos e órgãos. O ambiente funciona como uma espécie de’ ‘empreiteiro”, que interpreta e monta as estruturas e é responsável pelas características da vida das células. Mas é a “consciência” celular que controla os mecanismos da vida, e não os genes.

O lema de nossa profissão desde a época de Charles Darwin era: “Deus? Não precisamos de um Deus”. Não que Darwin negasse a Sua existência. Ele simplesmente afirmava que o acaso, e não a intervenção divina, é o verdadeiro responsável pela vida na Terra. (Citações do livro A Biologia da Crença  – Bruce H. Lipton)

 

Cada vez que um medicamento é introduzido no organismo para corrigir um problema “A” acaba inevitavelmente causando um problema “B”, “C” ou “D”. E também não são os hormônios e neurotransmissores, controlados pelos genes, que dirigem nossa mente, nosso corpo e nossa vida, mas sim nossas crenças… Sim, homens de pouca fé! São nossas crenças que comandam nossa existência.

 

De um lado está o neodarwinismo, que dispõe a vida como uma eterna batalha entre robôs bioquímicos, e do outro está a “nova biologia”, que a considera uma jornada de cooperação entre indivíduos de vontade própria que podem se programar para criar uma existência cheia de felicidade.

 

Você provavelmente aprendeu na escola alguns conceitos básicos sobre os componentes de uma célula: o núcleo, que contém material genético, a mitocôndria, que produz energia, a membrana que a reveste e o citoplasma, que fica entre eles. Mas dentro de cada uma dessas partes aparentemente tão simples há um vasto universo.

 

Assim como eu havia descoberto intuitivamente durarante minha infância, essas células inteligentes têm vontade própria e um propósito de vida. Procuram ambientes que sejam adequados à sua sobrevivência e evitam todos os que possam ser tóxicos e/ou hostis. Da mesma maneira que nós, humanos, fazemos, analisam as cen-tenas de estímulos que recebem do microambiente que habitam para selecionar as respostas comportamentais mais adequadas e ga-rantir sua sobrevivência. As células também são capazes de aprender com as experiências que vivenciam em seu ambiente e de criar uma espécie de memória que é passada aos seus descendentes (Citações do livro A Biologia da Crença  – Bruce H. Lipton)

 

“Nos últimos anos, a biologia molecular mostrou que o genoma é mais amplo e suscetível ao ambiente do que se imaginava. Mostrou também que as informações podem ser transmitidas aos descendentes de várias maneiras, não apenas por meio da sequência básica do DNA” (Jablonka e Lamb, 1995)

 

O DNA não controla a biologia e o núcleo não é o cé-rebro das células. Assim como eu e você, elas são moldadas pelo ambiente em que vivem. Então, finalmente entendi a célebre frase: é o ambiente, sua besta.

 

Curas espontâneas, fenómenos psíquicos, demonstrações de força e resistência além do normal, habilidade de caminhar sobre carvão em brasa sem se queimar, agulhas de acupuntura que diminuem a dor manipulando a energia chi do corpo e muitos outros fenómenos desafiam a biologia newtoniana. Claro, eu mesmo jamais pensei em tudo isso enquanto estudava e lecionava nas faculdades. (Citações do livro A Biologia da Crença  – Bruce H. Lipton)

 

O fato de que energia e matéria são a mesma coisa é o que Einstein concluiu ao dizer que E=mc². Ou seja: Energia (E) = matéria (m, massa) multiplicada pela velocidade da luz (c) ao quadrado. Einstein revelou que não vivemos em um universo de objectos físicos separados por espaço vazio. O universo é um ser completo, dinâmico e indivisível no qual energia e matéria estão tão intimamamente ligadas que não se pode considerá-las elementos independentes.

 

Quando deixei de acreditar que somos matéria inerte, percebi que a área da ciência em que escolhi trabalhar estava defasada, e também notei que tinha de tomar atitudes construtivas em minha própria vida. Precisava de um estímulo físico-quântico!

 

Minha teoria de como as crenças controlam a biologia baseia-se em meus estudos de clonagem de células endoteliais, que fazem parte da parede dos vasos sanguíneos. Esse tipo de célula monitora detalhadamente o ambiente ao seu redor e modifica seu comportamento com base nas informações que obtém. Quando eu lhes fornecia nutrientes, elas se moviam em direção ao alimento abertas e receptivas. Já quando eu estabelecia um ambiente tóxico, elas se afastavam do estímulo que recebiam e tentavam estabelecer uma barreira contra os agentes nocivos.

 

Nossa fisiologia e padrões de comportamento se desenvolvem de acordo com as “verdades” dessa voz central e todas as suas crenças, sejam elas construtivas ou destrutivas. Já mencionei o poder da mente subconsciente, mas quero enfatizar que não há necessidade de a considerarmos uma fonte assustadora, poderosa e freudiana de “conhecimento” destrutivo. Na verdade, o subconsciente é um grande centro de dados e programas desprovido de emoção, cuja função é simplesmente ler os sinais do ambiente e seguir uma programação estabelecida sem nenhum tipo de questionamento ou julgamento prévio.

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